PARA REFLETIRMOS…

Falar de uma boa política para a Umbanda e o Candomblé é falar de amor, de respeito e de compromisso com um povo que construiu este país com sua força e sua ancestralidade. Nossas casas, nossos terreiros, nossos Babalorixás, Yalorixás, nossos filhos e filhas de santo merecem ser tratados com dignidade, proteção e reconhecimento.

A boa política nasce quando o poder público entende que nossas religiões são patrimônio cultural vivo. Ela cresce quando há diálogo, quando se escuta quem está no chão da luta, cuidando de gente, acolhendo, curando, ensinando. E ela floresce quando somos vistos não como minoria silenciosa, mas como parte essencial da história do Brasil.

Enfrentar a batalha por essa política é ato de coragem, mas fazemos isso com Amor — o Amor que recebemos dos nossos Orixás, que nos ensina a caminhar sem ódio, mas com firmeza. Amor que não se cala diante da intolerância. Amor que exige respeito. Amor que protege nossas crianças, nossos mais velhos, nossas tradições, nossos saberes.

Que cada passo seja guiado pela luz dos nossos ancestrais. Que cada palavra seja instrumento de construção. E que o Amor dos Orixás continue sendo a força que sustenta a nossa luta por uma política justa, humana e verdadeira para a Umbanda e o Candomblé.

Muito axé
Todos Babás,yas, mães, pais de santo, sacerdotes e sacerdotisas, padrinhos, madrinhas, etc …
Mestre Dr hc Ewald Koch

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